Schumacher…

Setembro 1, 2008

Hoje estou lançando um desafio a mim mesmo: escrever o mais rápido possível um post com conteúdo (o menor que seja).

Estou cronometrando o tempo que eu levo para formular minhas idéias, escrevê-las e postar aqui.

Não, eu não sou normal.

Sim, o tempo será colocado no final do post.

Enfim, mais uma vez o “freelancer way of life” faz com que meu dia seja mais corrido que diarréia em fevereiro. A tarde foi um torpedo para produzir uma peça cujo cliente quer inseridas 160 fotos (estilo “crachá”). Enfim, uma tarde triste.

Mas feliz, obviamente, pois é ótimo estar produzindo, mesmo que sometimes não concordemos com alguns pontos do que produzimos.

Mas a vida é uma caixinha de surpresas, e numa bela manhã de sol…

Enfim, anyway, whatever.

Não, o post não teve sentido, e foi pensado e escrito como um desabafo de mesa de boteco em exatos 4 minutos e 42 segundo.


E Deus disse: sejam Freelancers…

Agosto 31, 2008

Como todo bom (impáfia à parte) designer pós-universitário eu me auto-intitulo freelancer. Mas, what a fuck é um freelancer?

Lhes digo-lhes a vocês próprios: um freelancer é um zumbi com tendinite no pulso, dedo indicador, cotovelo ou ombro derivada do instinto básico de sobrevivência free-zombie-lancer intimamente atrelado ao uso do computador.

Somos muitas vezes mal remunerados, explorados, expurgados, infernizados, cutucados e levados ao limite por clientes que não sabem, sequer, do que se trata “harmonia de cores”.

Não, não é frescura ser explícitos quanto a não utilizar verde com laranja. Não é bobagem nossa repudiarmos o uso de 160 fotos coloridas em um espaço que mal caberia um cartão de visitas.

Maldita hora que eu larguei tudo para ser designer…

Bendita hora do julgamento final, quando o bom velhinho pesará todo o nosso sofrimento terreno e nos abençoará, sem sombra de dúvidas, com uma fofa nuvem sobre o céu do Haiti.


Salut

Agosto 30, 2008

Olá. Hola. Hello.

Seja qual for a língua aqui visitada eu gostaria de deixar bem claro que esse não é um blog engraçado.

Não, não é.

Não é também um blog trágico.

Talvez esse blog se encaixe na boa e velha categoria tragicômica, uma vez que a existência desse blog deve-se à saga por mim vivida da temida e esperada “Vida pós-universitária” (música de fundo com órgãos soprando a todo vapor).

Nesse pequeno, feio, poluído, desorganizado, desleixado, peludo e, irremediavelmente, inacabado espaço, serei meu herói e meu algoz, meu santo e meu demônio, desdenhando a própria existência da graduação, como enaltecendo a minha vil estupidez nos caminhos traçados.

Não espero qualquer agrado, chamego ou amparo pela parte de você (s) leitor (es), mas sim aguardo pela datação dessa saga nos anais (sem elementos pejorativos) da mídia marginal mundial (MMM).

Parafraseando o “mestre” do “seria cômico se não fosse trágico way of life”, George W. Bush: “sobre esse assunto existem detalhes que não podem ser revelados”.

Um primeiro post explicativo de sentido zero. Talvez piadas internas que só eu conheça. Talvez nem eu as conheça.

Enfim, um primeiro post de muitos ou de nenhum outro, tudo vai depender das atribulações e ócios da vida pós-universitária.